"... Escorre de mim o visgo de uma longa noite de inverno. O cheiro de urina sobe pelas paredes e se espalha. Meus cascos batem um contra o outro. Do fundo de minha garganta faço soar uma canção antiga que lhe nina e também faz acordar."
Escrevendo o segundo episódio do "ogro solitário", um ciclo de histórias de psicoterror. O primeiro se encontra aqui.